Polícia instaura inquérito policial para apurar morte de suplente

A Polícia Civil investiga se a morte da suplente de vereadora Francisca Marta de Jesus Bertoldo, de 42 anos, conhecida como Professora Martinha, se trata de um suicídio ou feminicídio. O caso aconteceu na última quarta-feira (24), em Nova Santa Helena (MT) e o marido da vítima, de 35 anos, segue preso desde então, como principal suspeito do caso.

As investigações estão sendo realizadas pela Delegacia de Itaúba. Várias pessoas foram ouvidas, incluindo o marido de Martinha, que é apontado como autor do disparo que vitimou a suplente.

Francisca Marta de Jesus Bertoldo, conhecida como professora Martinha era suplente de vereadora e foi encontrada morta em casa. - Foto: Reprodução
Francisca Marta de Jesus Bertoldo era suplente de vereadora e foi encontrada morta em casa. Foto: Reprodução

A prisão em flagrante foi convertida em prisão preventiva, após audiência de custódia.

A Polícia Civil aguarda os laudos pericial de local de crime e de necrópsia para esclarecimento a causa da morte. As investigações estão sendo conduzidas em sigilo.

O caso

Conforme já noticiado pelo Primeira Pagina, a Polícia Militar foi acionada após uma ligação anônima e ao chegarem no endereço, os policiais encontraram Francisca caída no chão, com um revólver na mão e ferimentos aparentes no braço esquerdo e na região do tórax.

A área foi isolada e preservada até a chegada da Polícia Civil e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec). Ainda conforme a PM, o marido da vítima estava na casa com os filhos, todos em estado de choque. Inicialmente, ele relatou que estava em uma oficina quando recebeu uma ligação da mulher e, ao chegar em casa, tentou tomar a arma das mãos dela, momento em que teria ocorrido um disparo.

Em um segundo momento, o homem apresentou outra versão, afirmando que estava no banheiro tomando banho e que, ao sair, encontrou Martinha com a arma apontada em sua direção. Segundo ele, ao tentar desarmá-la, houve uma luta corporal, os dois caíram no chão e a arma disparou.

Diante das contradições, o homem foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil algemado para prestar esclarecimentos. Além da investigação sobre a morte, a polícia informou que ele também deve responder por posse irregular de arma de fogo.

O revólver foi apreendido e ficou à disposição da Politec para perícia. O caso segue sob investigação da Polícia Civil.

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