As buscas por dois desaparecidos após o naufrágio no Lago do Manso continuaram nesta segunda-feira (29), com uso de sonar subaquático. As equipes do Corpo de Bombeiros utilizam o equipamento para tentar localizar as vítimas do naufrágio.
A operação conta com apoio aéreo do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), além de equipes da Marinha do Brasil e da Polícia Militar Ambiental. Até o momento, três pessoas foram resgatadas com vida, enquanto duas seguem desaparecidas.

O pai das crianças, Lucas Alves Yerdiska, e o piloto da embarcação, Vando Celso Almeida Orro, ainda não foram localizados.
O que é o sonar subaquático?
O sonar é um equipamento que emite ondas sonoras dentro da água e capta o retorno desses sinais ao encontrar objetos submersos. A tecnologia permite identificar possíveis pontos de interesse no fundo do lago, mesmo em locais de baixa visibilidade, auxiliando na orientação das buscas.
Segundo o Corpo de Bombeiros, na manhã desta segunda-feira, foram localizados alguns itens da embarcação, como colete e mochila.
A operação também tem apoio de embarcações da Marinha do Brasil e da Polícia Militar Ambiental, além do reforço com jet ski e drone utilizados para ampliar o monitoramento da área. O Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) atua no reconhecimento aéreo e no suporte às equipes que trabalham no local.
Veja abaixo vídeo das buscas realizadas pelo equipamento das equipes de resgate:
Relembre o acidente
O acidente ocorreu no fim da tarde deste domingo (28). A primeira vítima a ser encontrada foi a criança de sete anos, que conseguiu chegar até a margem do lago usando um colete salva-vidas e pedir ajuda.
Durante a operação de busca, Camila Mazzaron e o bebê Benício foram encontrados à deriva, apoiados em um flutuador, e resgatados pelas equipes.

O Corpo de Bombeiros segue nas buscas pelo pai da família e pelo piloto do barco, que ainda não foram localizados.
Um procedimento administrativo será instaurado para apurar as circunstâncias do naufrágio.






