Nem todos os empresários brasileiros conseguem escapar da crise econômica
O grupo Coteminas, de Josué Gomes, ex-presidente da Fiesp, conseguiu na Justiça mineira nova prorrogação do prazo do qual dívidas e garantias poderiam ser executadas. A proteção dura seis meses, mas pode ser prorrogada. A Coteminas está em recuperação judicial desde maio de 2024 e sua dívida total alcança R$ 2 bilhões, o que dificulta a empresa honrar o plano de pagamentos aprovados pela recuperação. A empresa tinha 11 mil funcionários no passado.
A empresa XCMG Brasil Industria Ltda. também enfrenta desafios financeiros. A empresa vende máquinas como escavadeiras, carregadeiras e rolos compressores e recebeu R$ 293 milhões em emendas do Congresso no ano passado, o que é inferior ao que os fundos de saúde do estado de São Paulo, Distrito Federal e Amapá receberam.
Além disso, a Nacional de Mineração (ANM) está enfrentando dificuldades financeiras, o que pode afetar a capacidade da de realizar leilões de mineração. A trabalha com um cenário extremo de atravessar todo 2026 sem realizar um único leilão, devido à aridez orçamentária e a compressão de despesas discricionárias.
Essas são apenas algumas das empresas e instituições que estão enfrentando desafios financeiros no Brasil. A crise econômica afeta muitos setores e pode ter consequências importantes para a economia do país.






