Tudo o que o Brasil não precisa hoje é da desconfiança da sociedade em relação…

Enquanto o governo brasileiro segue de perto o processo de extradição de Carla Zambelli na Itália, há questionamentos sobre a atuação da Justiça no país. Um caso que vem à tona é o de Eduardo Tagliaferro, ex-assessor de Alexandre de Moraes no TSE, que também enfrenta um pedido de extraditão. O governo ainda não contratou um advogado para representá-lo, e a AGU ainda não decidiu se vai pagar um escritório para defendê-lo. Isso contrasta com o caso de Zambelli, em que o Brasil fechou um contrato de R$ 200 mil com um escritório, indicando gastos superiores.

Outro caso que gera desconfiança é o do Banco Master, cujo dono, Daniel Vorcaro, enfrenta ameaças de morte após a fraude ser descoberta. O presidente Lula quer conhecer mais detalhes sobre a super-fraude e tem consultado auxiliares sobre o caso. Além disso, o ministro Dias Toffoli, relator do caso, está sob pressão para tomar uma decisão sobre descer ou não o processo para a primeira instância, e há rumores de que ele pode ser afastado da relatoria.

A situação política no Brasil também é tensa, com a dança das cadeiras ministeriais programada para abril. Irajá Lacerda, secretário-executivo do Ministério da Agricultura, é cotado para assumir a cadeira do ministro que deixará o cargo para concorrer ao Senado. Além disso, o governador Tarcísio de Freitas trocou o auxiliar encarregado de sua articulação política e decidiu tirar o amigo Arthur Lima da Secretaria da Casa Civil, pasta responsável por liberar repasses a prefeituras e pagamentos de emendas parlamentares.

A situação econômica também é preocupante, com gastos exorbitantes dos servidores e ministros do Superior Tribunal Militar. Em 2025, eles gastaram mais de R$ 11,8 milhões em diárias e passagens, incluindo um ministro que gastou mais de R$ 43,7 mil em oito dias de um fórum na Alemanha.

Ainda há questões sobre a segurança pública, com o ranking no índice de “mortes por intervenção policial” tendo Estados em que o governador declarou apoio a Lula na liderança. O Amapá, governado por Clécio Lins, está no topo da lista, com taxa de 17,11 mortes a cada 100 mil habitantes.

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