O calor intenso, aliado ao aumento no uso de equipamentos elétricos, vem alterando o padrão de consumo de energia no Brasil e pressionando o orçamento de famílias e empresas. Nos meses mais quentes do ano, despesas consideradas inevitáveis, como o uso contínuo de aparelhos de ar-condicionado, ventiladores e freezers, provocam uma alta significativa na conta de luz em todo o país.
Conforme o Climatempo, algumas regiões brasileiras devem registrar temperaturas de até 36 °C durante o verão, cenário que intensifica ainda mais a demanda por eletricidade e sobrecarrega o sistema energético.

Nesse contexto, a geração distribuída ganha espaço ao relacionar condições climáticas e consumo de energia, consolidando-se como uma alternativa eficiente para reduzir custos e ampliar o controle financeiro. Com o aumento das temperaturas, o consumo elétrico cresce de forma quase automática, tornando a energia solar uma opção cada vez mais vantajosa.
A adoção desse modelo se destaca por três fatores principais: a economia na fatura de energia, a proteção contra reajustes e bandeiras tarifárias e o melhor aproveitamento justamente nos períodos em que o consumo é mais elevado.
Em um país com alta incidência de radiação solar, a geração distribuída passa a integrar o conjunto de soluções para enfrentar os desafios energéticos atuais e garantir maior previsibilidade de gastos.



