Uma antiga figura de destaque no cenário político aparenta ter perdido a influência de outrora. Tentativas de emitir mensagens com tom de ameaça não surtem o efeito esperado, e até mesmo aliados buscam novos caminhos, distanciando-se da antiga liderança.
Enquanto isso, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) tomou uma decisão importante sobre imóveis doados pelo poder público em programas habitacionais. A Terceira Turma decidiu, por unanimidade, que mesmo que o registro do imóvel esteja no nome de apenas um dos cônjuges, o bem deve ser considerado patrimônio comum do casal. A decisão se aplica quando o imóvel é destinado à moradia da família, mesmo em casos de comunhão parcial de bens, e deverá ser partilhado em caso de dissolução da união. O processo em questão teve origem no Tocantins.
Em Campo Grande, a prefeitura investiga o desaparecimento de matérias ísticas do oficial da gestão da prefeita Adriane Lopes. As publicações, que abordavam temas como a vacinação contra a hepatite e uma reunião entre a prefeita e uma senadora, foram removidas sem explicação aparente, exibindo mensagens de erro ao serem acessadas.
No Congresso Nacional, a Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que visa proibir a adoção do horário de verão em todo o território nacional. Apesar de a medida não ser adotada no Brasil desde 2019, a proposta busca formalizar a proibição, baseando-se no argumento de que a economia de energia gerada pelo horário de verão é questionável.
Em relação a uma possível imposição de tarifas sobre produtos brasileiros, uma comissão de senadores prepara uma viagem aos Estados Unidos para dialogar sobre o assunto. Apesar do ceticismo manifestado por um deputado federal licenciado, o senador Nelson Trad Filho, presidente da comissão, afirmou que o grupo tem o dever de dialogar, mesmo sem a prerrogativa de abrir negociações.






