O Super Bowl LX encerra neste domingo (8) a temporada da NFL com o duelo entre Seattle Seahawks e New England Patriots. Mas, além da disputa em campo, outro espetáculo costuma roubar a cena: o show do intervalo, um dos palcos mais cobiçados da música mundial.

Em 2026, a responsabilidade de comandar a apresentação fica com Bad Bunny, vencedor do Grammy de álbum do ano e artista mais ouvido do mundo em 2025. Enquanto o jogo não rola, o Primeira Página relembra algumas das apresentações mais marcantes da história do show do intervalo do Super Bowl.
Michael Jackson (1993)
No estádio Rose Bowl, em Pasadena, na Califórnia, Michael Jackson redefiniu o padrão do show do intervalo. O Rei do Pop levou ao palco um espetáculo grandioso, com coreografias marcantes e sucessos como “Jam”, “Billie Jean”, “Black or White” e “Heal the World”, em uma apresentação que até hoje é referência.
U2 (2002)
A banda irlandesa apostou em emoção e simbolismo ao se apresentar em um palco em formato de coração, inspirado na turnê Elevation. O momento mais marcante veio com “Where the Streets Have No Name”, acompanhada por uma homenagem às vítimas dos atentados de 11 de setembro, ainda muito recentes na época.
Paul McCartney (2005)
Diante do confronto entre New England Patriots e Philadelphia Eagles, Paul McCartney levou clássicos do rock ao palco, como “Drive My Car”, “Get Back” e “Live and Let Die”. O show terminou em coro, com o público cantando “Hey Jude”, em um dos finais mais celebrados do evento.
Prince (2007)
Considerada por muitos como a melhor apresentação da história do Super Bowl, a performance de Prince entrou para a memória coletiva, especialmente pela execução de “Purple Rain” sob uma chuva intensa. Em entrevista à Rolling Stone, o tecladista Morris Hayes revelou que o cantor queria criar “o maior show já feito” no evento.
Madonna (2012)
Madonna transformou o intervalo do jogo entre New York Giants e New England Patriots em um espetáculo pop. Hits como “Vogue”, “Like a Prayer” e “Open Your Heart” animaram o público, com participações de LMFAO, Nicki Minaj, M.I.A, CeeLo Green e números do Cirque du Soleil.
Beyoncé (2013)
Em Nova Orleans, Beyoncé marcou seu retorno aos palcos após o nascimento da filha Blue Ivy. O momento mais aguardado veio com a reunião do Destiny’s Child: Kelly Rowland e Michelle Williams se juntaram à cantora para interpretar sucessos como “Bootylicious”, “Independent Women” e “Single Ladies”.
Coldplay com Beyoncé e Bruno Mars (2016)
No Levi’s Stadium, na Califórnia, o Coldplay comandou o show, mas dividiu os holofotes com Beyoncé e Bruno Mars. “Formation” e “Uptown Funk” levantaram o público e ajudaram a consagrar a apresentação como uma das mais elogiadas da história recente do Super Bowl.
Lady Gaga (2017)
Com direito a uma entrada em queda livre, Lady Gaga abriu sua apresentação no estádio NRG, em Houston, durante a final entre Patriots e Atlanta Falcons. O show impressionou pelo uso de efeitos visuais e pela energia da cantora no palco.
Dr. Dre, Snoop Dogg, Mary J. Blige, Kendrick Lamar e Eminem (2022)
O intervalo de 2022 foi uma celebração do hip-hop. Liderado por Dr. Dre, o show reuniu ícones do gênero e ainda contou com a participação surpresa de 50 Cent. A apresentação foi marcada pela nostalgia e por referências à cultura musical dos anos 1990 e 2000.
Rihanna (2023)
Após mais de cinco anos longe dos palcos, Rihanna retornou em grande estilo no Super Bowl. A cantora apresentou sucessos como “Umbrella”, “We Found Love” e “Diamonds”, surpreendeu ao anunciar a gravidez do segundo filho e entrou para o Guinness Book com a apresentação de maior audiência da história do evento.
Agora, com Bad Bunny confirmado como atração da 60ª edição do Super Bowl, a expectativa é de mais um capítulo memorável no palco que transforma o intervalo do jogo em um espetáculo global.



