O Sindicato dos Servidores Contratados da Administração Pública da Rede Municipal de Campo Grande tomou uma decisão importante em relação à possível greve dos assistentes educacionais. De acordo com o edital de convocação publicado no Diogrande, a Assembleia Geral Extraordinária está marcada para o dia 19 de fevereiro, às 18h30, na sede do sindicato, localizada na Rua Vicente Solari, nº 67, no Bairro Nova Bandeirantes.
A pauta da reunião inclui a deliberação e votação da proposta apresentada pela Prefeitura Municipal e a deflagração de greve. Isso indica que as negociações entre representantes dos servidores e o Executivo municipal chegaram a um momento decisivo. A categoria reivindica o reajuste salarial de R$ 1,9 mil para R$ 2,5 mil, além de outros direitos, como vale-alimentação, respeito ao limite de crianças por sala, direito a atestado de acompanhante, acesso a plano de saúde e a correção da nomenclatura do cargo.
A eventual paralisação poderia impactar o funcionamento dos serviços, afetando principalmente o atendimento educacional na Capital. O secretário municipal de Educação, Lucas Henrique Bitencourt, foi questionado sobre o assunto, destacando que a educação infantil depende 100% das assistentes e que espera por uma solução rápida. No entanto, ele evitou falar sobre os prejuízos possíveis em caso de greve e se a rede tem um plano de preparação para seguir o atendimento às crianças.
A decisão do sindicato é um sinal de que a categoria está determinada a lutar por seus direitos. A Assembleia Geral Extraordinária será um momento importante para debater a proposta apresentada pela Prefeitura e decidir sobre a ação a ser tomada. O resultado da reunião será um indicador importante do que pode acontecer em relação à greve.



