
Um encontro inesperado marcou a primeira experiência do biólogo Thiago Silva-Soares no Pantanal mato-grossense. Durante uma exploração pela região, ele se deparou com uma sucuri-amarela de aproximadamente dois metros dentro de um buraco, em meio à vegetação alagada.
“Despretensiosamente, eu estava ali explorando o Pantanal… quando dei de cara com uma das maiores serpentes do Brasil”, relatou.
A espécie, conhecida cientificamente como Eunectes notaeus, é popularmente chamada de sucuri-amarela e pode atingir até quatro metros de comprimento. Apesar do tamanho e da fama que carrega, não é considerada agressiva e raramente ataca humanos, a menos que se sinta ameaçada.
O encontro com a serpente foi apenas um dos momentos marcantes da viagem. Segundo o biólogo, tudo era novidade naquela imersão pelo bioma, já que foi a primeira vez que ele encontrou onça-pintada, filhotes, cervo-do-Pantanal, ariranha, lontra e por fim a sucuri-amarela.
A experiência aconteceu no Pantanal, considerado a maior área úmida continental do planeta e um dos biomas com maior concentração de vida selvagem do mundo.



