O bloco Vai dar M trouxe à tona uma polêmica a respeito da homenagem ao presidente Lula na Sapucaí. A primeira-dama, envolvida na organização, pode ter desencadeado uma série de ações no Tribunal Superior Eleitoral. O evento, que contou com uma grande produção e investimento federal, levanta suspeitas sobre abuso de poder econômico e propaganda eleitoral antecipada.
As cenas de artistas insinuando a prisão de Jair Bolsonaro foram ofuscadas pela presença de Lula sambando e sendo bajulado. A primeira-dama quase subiu em um carro alegórico, o que intensifica as críticas. Flávio Bolsonaro, potencial adversário de Lula, deve ser o primeiro a denunciar a situação ao TSE, o que pode resultar em uma enxurrada de ações populares e de partidos políticos.
No âmbito do Supremo Tribunal Federal, uma recente decisão resultou na negativa do direito à aposentadoria especial para vigilantes, em uma votação apertada de 6 a 4. Essa decisão representa uma significativa derrota para a categoria, que esperava obter reconhecimento de suas atividades como de risco à integridade física.
Por fim, o governador do DF, Ibaneis Rocha, se aventurou em declarações sobre sua candidatura ao Senado e à Câmara, em meio a uma atmosfera de indecisões. O clima de carnaval se refletiu em bloquinhos que brincavam com a possibilidade de sua prisão, ressaltando a tensão política que permeia o cenário eleitoral.






