O Ministério Público de Mato Grosso do Sul manifestou-se sobre a queixa-crime apresentada pela prefeita de Caarapó, Maria Lourdes Portugal, contra o vereador Celso Capovilla. A prefeita alegou ter sido vítima de calúnia e difamação em publicações feitas pelo vereador em redes sociais, que datam de outubro de 2025.
A manifestação do MPMS foi pela rejeição parcial da queixa-crime, especificamente em relação à calúnia, e pelo prosseguimento do caso com as tipificações de difamação e injúria. O MP também destacou a possibilidade de uma tentativa de composição civil entre as partes envolvidas.
As publicações do vereador questionavam contratos da prefeitura, mencionando supostas irregularidades e a demissão da esposa do parlamentar a mando do marido da prefeita. Embora Capovilla tenha apagado as postagens, as informações se espalharam rapidamente pela cidade.
O vereador defendeu suas ações como críticas políticas e institucionais, alegando que estavam amparadas pela liberdade de expressão. Ele também expressou estranheza sobre o timing da ação judicial, que foi proposta meses após as publicações.






