O presidente Lula da Silva publicou decreto que estabelece o Comitê de Desenvolvimento do Programa Nuclear Brasileiro, composto por cerca de 10 ministérios. O texto transfere a responsabilidade central pelo setor para o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência, reduzindo o papel de outros órgãos. Um subcomitê, formado por altos oficiais da Marinha, será criado para apoiar o trabalho do grupo.
Apesar da criação do comitê, a usina nuclear Angra III não finalizou suas obras, mesmo com cerca de R$ 25 bilhões investidos em 20 anos. O documento ainda prevê que as reuniões ocorram apenas uma vez por ano, limitando a discussão e avaliação do setor nuclear no país.
Outro ponto abordado no material é a resistência do senador Sérgio Moro em aceitar a legenda do Progressistas (PP) para concorrer ao governo do Paraná. O governador Ratinho Júnior defende a candidatura de Moro, mas o diretório estadual do partido, liderado por Ciro Nogueira, impede a transferência de legenda. O senador mantém sua posição independente, mesmo com vantagem em pesquisas eleitorais.
O texto também destaca casos judiciais, como a inocentação de um homem em Minas Gerais após acusações de estupro, apesar de ter vivido com uma menina de 12 anos vendida por seus pais. Os desembargadores Walner Barbosa Milward de Azevedo e Magid Nauef Láuar foram favoráveis à absolvição, enquanto Kárin Emmerich votou contra.






