Os casos de Mpox estão em ascensão no Brasil, com 140 confirmações e 539 suspeitas até o momento. Entretanto, Mato Grosso do Sul não possui casos confirmados da doença em 2026, conforme dados da SES (Secretaria de Estado de Saúde). Neste ano, foram registradas cinco notificações suspeitas em Campo Grande, todas descartadas após análise laboratorial.
A SES informou que, até a manhã desta terça-feira (10), não há casos confirmados de Mpox em MS. As amostras de casos suspeitos continuam em análise e as informações serão atualizadas quando os exames forem concluídos. A secretaria reforçou que mantém o monitoramento de casos suspeitos e está preparada para a identificação e manejo da doença.
No cenário nacional, o número de confirmações mais que dobrou desde fevereiro. O estado de São Paulo lidera com 93 casos, seguido por Rio de Janeiro e Rondônia. Apesar do aumento, não houve registros de mortes relacionadas à doença. Entre 2022 e 2026, MS notificou 763 casos suspeitos, com 185 confirmação e uma incidência significativa entre homens.
A Mpox é causada pelo vírus Monkeypox virus e, na maioria dos casos, a infecção é autolimitada. Os sintomas podem surgir entre 5 e 21 dias após a infecção e incluem febre, dor de cabeça e inchaço dos gânglios. A transmissão ocorre principalmente por contato direto com lesões de pele ou fluidos corporais e está associada a atividades que envolvem proximidade prolongada.





