O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi sorteado como relator de um mandado de segurança que solicita a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) com foco na investigação da relação entre o Banco Master e o Banco de Brasília (BRB). O pedido argumenta que o presidente da Câmara, Hugo Motta, cometeu 'omissão inconstitucional' ao não instalar a CPI que deveria apurar essa relação.
O documento ressalta que a 'postergação injustificada' da instalação da CPI prejudica o direito dos signatários e pode resultar em danos irreparáveis ao sistema financeiro, à confiança dos investidores e à imagem da fiscalização parlamentar. Além disso, menciona que a inércia na investigação de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master e o BRB é preocupante.
Toffoli já havia sido relator do caso Master no STF entre novembro e fevereiro, mas deixou a relatoria após uma crise institucional. O ministro André Mendonça foi sorteado para assumir a relatoria após a saída de Toffoli. A Polícia Federal apresentou um relatório ao presidente do STF, Edson Fachin, que incluiu menções ao nome de Toffoli no celular de Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master.






