Condenação de homem por homicídio e ocultação de cadáver resulta em 32 anos de prisão

Um homem foi condenado pela Justiça a 32 anos e 8 meses de reclusão pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e corrupção de menores. O julgamento ocorreu no Tribunal do Júri de Amambai e durou cerca de 5 horas, resultando em forte comoção na sociedade local.

O crime aconteceu em abril de 2024, na Aldeia Amambai, onde a vítima, José Areve Martins, foi assassinada com um machadinho. O réu também participou da decapitação e esquartejamento do corpo, com partes sendo lançadas em um córrego. O juiz Renan da Silva Pinto determinou ainda o pagamento de 20 salários-mínimos como indenização mínima aos familiares da vítima.

Durante o julgamento, o Promotor de Justiça André Luiz de Godoy Marques defendeu a responsabilização total do réu. Os jurados acolheram a tese do Ministério Público de Mato Grosso do Sul e reconheceram as qualificadoras do homicídio: motivo fútil, meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima.

Uma mulher, ex-parceira do condenado, foi absolvida do homicídio e da corrupção de menores, mas responsabilizada pela ocultação de cadáver. Ela recebeu alvará de soltura imediatamente após a leitura da sentença, pois a pena não justificou a manutenção de sua prisão.

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