Foi confirmada mais uma morte por chikungunya em reserva indígena de Dourados, município a 221 quilômetros de Campo Grande. Ao todo, já são quatro mortes pela doença, de acordo com o último boletim da Vigilância em Saúde, divulgado na segunda-feira (16).
As aldeias Jaguapiru e Bororó recebem um mutirão da Secretaria Municipal de Saúde para tentar conter a doença. Ao todo, já são 407 casos notificados na Reserva Indígena, sendo 202 confirmados, 181 ainda em investigação, 24 descartados e quatro óbitos registrados. As vítimas são: mulher de 69 anos, homem de 73 anos, bebê de 3 meses e a mais recente é de uma mulher de 60 anos.
Na área urbana, o número de casos também chama atenção. Em 2026, já são 912 notificações, com 379 confirmações e 150 descartados. Até o momento, não há registro de mortes fora da Reserva Indígena de Dourados.
A chikungunya é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti e provoca sintomas como febre alta e dores intensas. Mesmo com chuvas irregulares, as ações de combate seguem intensificadas para tentar frear o avanço da doença na região.






