Os presidentes do Senado e da Câmara, Davi Alcolumbre e Hugo Motta, decidiram restringir o acesso ao Congresso Nacional, limitando a entrada pela Chapelaria somente a deputados, senadores e outras autoridades. Essa mudança já provoca alvoroço entre servidores e parlamentares, que foram surpreendidos por um e-mail com as novas regras.
Os visitantes agora deverão acessar o Congresso pelos Anexos, independentemente de chegarem por táxi, Uber, carros particulares ou a pé. Servidores expressam preocupações sobre um possível congestionamento nas portarias laterais, enquanto os parlamentares continuarão a chegar em veículos de alto padrão, como BMW, Mercedes e Audi, exceto por Luiza Erundina, que utiliza um Fiat Elba.
Em outra questão, o senador Cid Gomes (PSB) reafirmou que o deputado federal Júnior Mano (PSB) é alvo de perseguição política, em meio a uma investigação da PF sobre venda de emendas e desvios de recursos públicos. O inquérito também envolve o ex-deputado José Guimarães (PT-CE) e outros.
Além disso, Luiz Césio Caetano, presidente da Firjan, anunciou uma folga no dia do aniversário para funcionários, com exceção de estagiários e aprendizes. A Firjan permanece com a escala de trabalho 6 x 1, enquanto a APAS discute a devolução do ICMS pago em duplicidade, buscando reduzi-la para 12 parcelas.






