O Governo do Estado de Mato Grosso do Sul publicou regras para o controle e monitoramento de salmonella em estabelecimentos avícolas comerciais de corte. A portaria determina que todos os lotes de frangos e perus sejam submetidos a exames laboratoriais para detecção da bactéria, que pode causar salmonelose em humanos.
As coletas de amostras devem ser realizadas próximo à data de abate, com os resultados disponíveis antes do envio das aves. O produtor deve informar detalhes como previsão de abate e identificação do lote ao registrar a Guia de Trânsito Animal, com agendamento da coleta sendo feito com pelo menos sete dias de antecedência.
O monitoramento inclui avaliação clínica, epidemiológica e zootécnica dos lotes, conduzida por médico veterinário responsável, que gerenciará a coleta de amostras e o cumprimento das exigências sanitárias. Os galpões a serem analisados são selecionados com base em fatores como sinais clínicos e índices zootécnicos.
Os estabelecimentos devem manter os registros laboratoriais por, no mínimo, cinco anos. Caso um núcleo seja positivo para salmonella, todo o lote será considerado contaminado, e medidas adicionais serão necessárias para sorotipos de maior relevância.






