A Polícia Militar de São Paulo (PM-SP) transferiu para a reserva o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos, preso preventivamente pelos crimes de feminicídio e fraude processual. O caso envolveu a morta de sua esposa, a policial Gisele Alves Santana, no apartamento onde ambos viviam no Brás, centro de São Paulo.
A transferência à reserva foi publicada no Diário Oficial do Estado. Segundo a portaria, Geraldo Neto irá receber a aposentadoria pelos critérios proporcionais de idade com base no salário completo que recebia.
O caso foi inicialmente registrado como suicídio, mas foi modificado para morte suspeita após a família da vítima relatar que ela vivia uma relação abusiva. A polícia afirma que a versão do tenente-coronel não se sustenta e que Gisele foi assassinada pelo marido.
A investigação encontrou uma série de indícios técnicos que sugerem que Gisele foi vítima de feminicídio.






