O novo ministro dos Povos Indígenas, Eloy Terena, declarou a situação de Dourados (MS) como crítica devido ao aumento de casos de chikungunya. O município está em emergência, com 759 registros da doença, a maior quantidade no estado. A maior parte dos casos impacta comunidades indígenas, com cinco dos sete óbitos registrados no estado ocorrendo na Reserva Indígena de Dourados.
Desde janeiro, Mato Grosso do Sul contabiliza 1.764 casos confirmados da doença, incluindo 37 gestantes, além de 1.893 casos em análise. O governo federal anunciou novas medidas para combater o mosquito Aedes aegypti e melhorar o atendimento aos pacientes, especialmente nas áreas mais afetadas.
Em resposta à gravidade da situação, cerca de R$ 3,1 milhões foram destinados a Dourados, com recursos para assistência humanitária, limpeza urbana e vigilância da chikungunya. Eloy Terena afirmou que esses recursos já estão disponíveis para os governos estaduais e municipais utilizarem em ações emergenciais.
A Força Nacional do SUS foi mobilizada para se juntar aos esforços locais, e o Ministério da Saúde planeja contratar e capacitar 50 agentes para reforçar o combate à doença. A situação em Dourados exige um esforço conjunto para enfrentar a crise sanitária.





