As universidades públicas de Mato Grosso do Sul começaram a regular o uso da inteligência artificial por alunos e professores. A UEMS aposta em orientação e acompanhamento institucional, enquanto a UFMS prevê sanções disciplinares em caso de uso indevido. O uso da tecnologia deve ocorrer com responsabilidade, transparência e supervisão humana, sem abrir mão da autoria, da veracidade e da integridade acadêmica.
A UEMS criou um Comitê de Inteligência Artificial para formular políticas e diretrizes internas, enquanto a UFMS publicou uma política institucional que estabelece critérios claros para o uso da tecnologia. O uso da IA deve ser ético, responsável e transparente, respeitando as orientações docentes e as regras das disciplinas.
A norma prevê que o estudante deve utilizar as ferramentas apenas como apoio, declarando seu uso, quando aplicável, e avaliar criticamente os resultados obtidos. A política também detalha como a IA pode ser usada em pesquisas, como em análise de dados, revisão de textos e levantamento de referências, desde que com transparência.
Em artigos e relatórios, por exemplo, passa a ser obrigatório informar os métodos, ferramentas e versões utilizadas. Outro ponto é a autoria. A UFMS deixa claro que ferramentas de IA não configuram autoria e não devem constar na lista de autores, devendo ser apenas mencionadas no processo de produção.






