Em um relato de indignação, a campo-grandense Adriana Lima Teófilo, de 53 anos, compartilhou sua experiência negativa na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) do bairro Santa Mônica, em Campo Grande. No dia 22 de maio, ela chegou à unidade às 8h30, apresentando sintomas de mal-estar, e enfrentou um longo tempo de espera para ser atendida.
Após 3h de espera, Adriana decidiu questionar a recepcionista sobre o número de pessoas que ainda aguardavam atendimento. A resposta foi de que quatro pacientes estavam na frente dela. Contudo, ao retornar após meia hora, foi informada de que o número havia aumentado para 10 pessoas esperando. A insatisfação cresceu e, em busca de uma solução, Adriana procurou a chefe de enfermagem, mas foi informada de que a responsável só chegaria às 13h.
A mulher se sentiu desrespeitada e questionou a razão pela qual outros pacientes estavam sendo atendidos antes dela. Sua frustração aumentou ao ouvir da atendente que ela não poderia explicar a situação, afirmando ser apenas uma funcionária do atendimento. Diante da falta de respostas, Adriana tentou conversar com uma enfermeira, mas obteve a mesma negativa de informação.
Adriana criticou a ausência de um responsável na unidade, destacando que essa situação leva os funcionários a adotarem comportamentos inadequados, como gritar e tratar os pacientes de maneira desrespeitosa. Ela relatou que essa não é a primeira vez que se sente maltratada na UPA Santa Mônica, mencionando que os funcionários se apoiam em regulamentos para justificar suas atitudes.
A redação entrou em contato com a Prefeitura Municipal de Campo Grande a respeito do ocorrido e aguarda um retorno oficial. A situação de Adriana destaca a importância de um atendimento humanizado e a presença de um responsável para garantir a qualidade no serviço prestado aos cidadãos.






