Ambulante fatura R$ 800 com venda de bandeiras em caminhada pelo ex-presidente Bolsonaro

Ainda que a Caminhada por Justiça e Liberdade, que subiu a Avenida Afonso Pena neste domingo (25), tenha tido baixa adesão, o vendedor ambulante que comercializava bandeiras do Brasil e dos Estados Unidos faturou cerca de R$ 800.

Em frente à Praça do Rádio Clube desde as 7h da manhã, Juca Batista, de 38 anos, contou à reportagem que as bandeiras mais procuradas pelos apoiadores do ex-presidente foram as do Brasil e dos Estados Unidos, vendidas por R$ 50 cada.

Já a bandeira com a frase “Fora Alexandre de Moraes” era comercializada por R$ 30. Na expectativa de que a concentração marcada em frente à sede do Ministério Público Federal (MPF) aumentasse, ele se preparou levando a carroceria da caminhonete cheia de bandeiras, incluindo as de Israel.

Na via, era possível avistar apoiadores enrolados em bandeiras, muitos deles parando para comprar uma antes de iniciar a caminhada.

Crédito: P.G. / Correio do Estado

Ato esvaziado

Diferentemente de anos anteriores, quando a Avenida Afonso Pena costumava ser tomada por manifestantes de direita, o movimento começou de forma tímida, registrando poucos carros acompanhando a caminhada com bandeiras, enquanto outros, que não participavam do ato, utilizavam desvios no fluxo.

Na Cidade Morena, a Caminhada por Justiça e Liberdade seguiu pela Avenida Afonso Pena até a sede do Ministério Público Federal (MPF). Instantes antes de o carro de som se posicionar, o movimento de apoiadores, que costumava encher a via, seguiu de forma tímida.

Parte dos participantes permaneceu na praça, enquanto outros acompanharam o carro de som. Um terceiro grupo seguiu em veículos, o que gerou incômodo entre alguns presentes, que chegaram a argumentar que o ato deveria ser percorrido a pé.

Enrolados em bandeiras de Israel e dos Estados Unidos, os apoiadores foram escoltados pela Polícia Militar e por uma equipe da Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran).

Como ocorre em outras localidades do país, a reivindicação girou em torno da anistia aos presos pelos atos de 8 de janeiro e contra providências adotadas pelo Poder Judiciário.

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