O ministro do STF, André Mendonça, durante sessão plenária, criticou o acesso de parlamentares e assessores à sala-cofre da CPMI do INSS. Ele lacrou o local após descobrir que alguns membros usaram óculos Ray-Ban com microcâmera para registrar documentos sigilosos do inquérito da Polícia Federal.
Mendonça defendeu seu voto vencido pela prorrogação da CPMI e destacou que o STF não recebeu solicitações para investigar as denúncias de espionagem tecnológica. O relatório da CPMI, que continha mais de 200 pedidos de indiciamento, foi arquivado, e o direito ao silêncio foi garantido a diversos suspeitos.
A proximidade das eleições tem levado a Justiça a acelerar julgamentos que podem impactar candidaturas de governadores. Dois deles, Gladson Cameli, do Acre, e Antonio Denarium, de Roraima, enfrentam riscos jurídicos, com julgamentos agendados para abril.
Além disso, a Polícia Federal investiga o deputado Yury do Paredão, que recebeu R$ 18,5 milhões em transferências especiais, e a nova diretoria de Relações Institucionais da Fenaclubes será assumida por Marcelo Sacramento em abril.






