
O presidente do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA), Alexandre Schenkel, afirma que, além da qualidade, o algodão brasileiro se sobressai no mercado internacional graças aos procedimentos que garantem certificações e rastreabilidade da origem do produto.
Segundo ele, 84% da produção brasileira podem ser rastreadas.
“Nós tivemos problemas no passado, de denúncia, de trabalho escravo. E tivemos de mudar porque hoje qualquer cadeia produtiva agrícola é auditada em questões fiscais, sanitárias e trabalhistas”, afirmou.
Instituto Algodão Social
Para isso, o setor algodoeiro, por meio de uma iniciativa da Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa) com apoio de órgãos públicos e entidades do sistema S (como SENAR), criaram em 20025, o Instituto Algodão Social (IAS), para levar conhecimento e mudar a cultura dos produtores.
A partir desta autorregulação do setor, o modelo evoluiu para programas mais amplos como o ABR (Algodão Brasileiro Responsável), da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) e alcançou a mais alta certificação internacional, concedida pela Better Cotton (BC).
“Isso faz com que haja uma preferência por nosso produto e o mercado busca isso”, disse.
Este é mais um corte do podcast Agro de Primeira MT que fala sobre a importância da cultura para Mato Grosso e para o país.
Você pode acompanhar todos os episódios no canal do Agro de Primeira no Youtube e no Spotify. Assista a íntegra do bate-papo com Alexandre Schenkel clicando abaixo.



