Campo-Grandenses falam sobre tradições do Dia da Mentira e suas experiências

O dia 1º de abril é conhecido por ser o Dia da Mentira, uma data que historicamente se tornou um espaço para pegadinhas e notícias falsas. A origem da celebração remonta a uma mudança no calendário feita pelo Rei Carlos IX, que transferiu o Ano Novo de abril para janeiro. Aqueles que continuavam a comemorar em abril eram alvo de zombarias, consolidando a data como um dia de brincadeiras.

Enquanto muitos abraçam a tradição de contar pequenas mentiras, como a comerciante Maria Lúcia, que prefere evitar essas confusões e valoriza a verdade, outros, como a cuidadora de idosos Nelci Guimarães Soares, têm prazer em participar das brincadeiras. Ela compartilha suas experiências de mentirinhas que geram risadas entre amigos.

A cultura das pegadinhas é enriquecida por figuras como o técnico em refrigeração Lourival Dias, que se diverte contando histórias exageradas. Para ele, uma pequena mentira pode trazer alegria ao dia. O confeiteiro Márcio Valeriano também se junta à diversão, fazendo piadas sobre si mesmo, mostrando que o humor é uma parte importante dessa data festiva.

Essas interações revelam como o Dia da Mentira continua a ser um momento de descontração e risadas, refletindo a diversidade de opiniões sobre a prática entre os campo-grandenses.

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