O BRASIL se aproxima do primeiro turno das eleições e, ao invés de discutir questões como economia e segurança, o país se depara com um circo institucional, liderado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A Corte, que deveria atuar como Poder Judiciário, tornou-se um ator político, assumindo funções de relator, investigador e, em certas ocasiões, juiz de sua própria conduta. Essa situação foi descrita como um "show de horrores", refletindo uma degradação institucional alarmante, conforme publicado pela Transparência Internacional BRASIL (TIB). O STF foi alvo de críticas severas, sendo considerado o pior de sua história.
Recentemente, uma SESSÃO do STF que tinha como objetivo investigar Alexandre de Moraes devido a suas relações com o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, se transformou em um embate cheio de provocações e manobras. Apesar das evidências, que incluíam conversas e um contrato milionário, a SESSÃO culminou em bate-boca, com Moraes argumentando que não deveria ser investigado. Essa postura foi considerada por muitos como uma demonstração de desfaçatez, especialmente por parte de alguém que já exerceu funções de prisão e censura.
O comportamento de ministros como Gilmar Mendes e Flávio Dino durante a SESSÃO também foi criticado, visto que atuaram como defensores de Moraes, o que levantou questões sobre a autonomia do STF. O pedido de vista e o adiamento da decisão foram interpretados como tentativas de autoproteção, gerando descontentamento entre a população e aprofundando a crise de credibilidade da instituição.
A situação atual do STF é vista como insustentável, com a necessidade urgente de renovação no Senado, onde dois TERÇOS dos senadores serão eleitos. Esses senadores têm o poder de aprovar indicações presidenciais e remover ministros, o que torna a próxima eleição AINDA mais crucial. A expectativa é que os eleitores busquem candidatos que não perpetuem o status quo, contribuindo para uma mudança significativa na composição do STF.
O apelo à população é claro: é preciso votar com consciência e se informar sobre as posições dos candidatos em relação ao STF atual. A urgência de uma mudança é evidente, e a reflexão sobre o futuro do Poder Judiciário no BRASIL é necessária para evitar a repetição de erros do passado. O momento é de ação e responsabilidade, com o chamado para que o BRASIL desperte para essa realidade.





