Chikungunya inicia ano com alta de 133% nos casos, após recorde de mortes em MS

Neste início de ano, Mato Grosso do Sul registrou um aumento significativo no número de casos prováveis de chikungunya, totalizando 1.122 até 7 de fevereiro, com 438 confirmados. Comparado ao mesmo período do ano anterior, a alta foi de 133%, já que em 2025 foram contabilizados 481 casos prováveis e uma morte relacionada à doença.

As cidades de Fátima do Sul, Corumbá e Jardim apresentam a maior incidência de casos prováveis neste ano. O estado apresenta um índice atual de 38,7 casos a cada 100 mil habitantes. Em 2025, o total de óbitos confirmados foi de 17, superando a soma de sete mortes desde 2015, de acordo com dados históricos da Secretaria Estadual de Saúde.

A Secretaria já confirmou que os casos de chikungunya estão em ascensão desde 2023. Para controlar a situação, foram anunciadas ações de fortalecimento, especialmente em cidades do interior de Mato Grosso do Sul. As medidas incluem visitas a residências para verificar possíveis criadouros do mosquito, mutirões de limpeza e o uso de bombas pulverizadoras e de borrifação residual intradomiciliar para combater os mosquitos.

Além disso, está prevista a instalação de armadilhas conhecidas como estações disseminadoras de larvicida, que visam minimizar a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor do vírus da chikungunya. Essas ações são fundamentais para evitar novas infecções e mortes relacionadas à doença.

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