Um inseto quase invisível tem provocado um estrago gigantesco no campo brasileiro. A cigarrinha-do-milho, hoje considerada a principal praga da cultura, já causou prejuízo de US$ 25,8 bilhões ao País em apenas quatro anos.
O problema não para por aí. Para tentar conter a praga, os produtores aumentaram o uso de inseticidas, elevando os custos de produção. O gasto com controle químico subiu 19% no período, pressionando ainda mais a rentabilidade no campo.
O maior desafio está no fato de que não há tratamento curativo para os enfezamentos. Depois que a planta é infectada, não há como reverter os danos.
A cigarrinha também transmite vírus que agravam ainda mais o quadro, ampliando o impacto sobre a produtividade.






