Dom Casmurro, de Machado de Assis, explora ciúme e memória em frases marcantes

O romance Dom Casmurro, de Machado de Assis, lançado em 1900, aborda temas como ciúme, memória e as contradições da natureza humana. A obra mostra como a percepção do passado é moldada por escolhas pessoais, tornando difícil distinguir os fatos do que se deseja acreditar.

Entre as questões mais populares suscitadas pelo livro está a dúvida sobre a traição de Capitu a Bentinho, presente no imaginário de muitos brasileiros. A narrativa explora como as lembranças e a imaginação influenciam a visão dos acontecimentos.

Seis frases do romance ilustram esses temas. Uma delas diz: “Os meus ciúmes eram intensos, mas curtos; com pouco derrubaria tudo, mas com o mesmo pouco ou menos reconstruiria o céu, a terra e as estrelas.” Outra reflete sobre a saudade como o “passar e repassar das memórias antigas”.

A obra também aborda a persistência das boas ações na memória e o papel da imaginação. Em determinado trecho, o narrador afirma que a imaginação foi sua companheira constante, “viva, rápida, inquieta”.

As frases selecionadas incluem ainda uma reflexão sobre intenções viciosas em frases inocentes e a falta que se sente de si mesmo. O romance segue como um dos maiores clássicos da literatura brasileira, discutindo a complexidade das relações humanas.

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