Rosenilda de Oliveira Candelário, de 48 anos, e Antônio Marcos da Silva, de 51 anos, se conheceram na adolescência. Naquela época, Antônio tinha um interesse romântico por Rosenilda, mas a mudança da família dela fez com que o contato entre os dois fosse interrompido. Trinta anos depois, eles se reencontraram e iniciaram um namoro.
O que poderia ser um reencontro romântico se transformou em uma tragédia. No dia 17 de julho, em Nioaque, a 184 quilômetros de Campo Grande, Rosenilda foi assassinada com um tiro na cabeça. Além de sua morte, Antônio também matou Reginaldo Messias, amigo do casal.
Esse crime se enquadra como feminicídio, uma categoria que se tornou autônoma na legislação brasileira a partir de 2024. A ampliação das leis para proteger as mulheres é um tema que será abordado em um novo episódio do Podcast Pra Não Esquecer.
O caso de Rosenilda evidencia a necessidade de discussões sobre a segurança das mulheres e os mecanismos legais existentes para combatê-los. A tragédia traz à tona a importância de se refletir sobre a proteção e o amparo às vítimas de violência.
As circunstâncias que levaram a essa tragédia são complexas e revelam a fragilidade das relações, especialmente quando marcadas por histórias passadas e reencontros inesperados.






