Neste domingo (1), Dia de Finados, uma enquete revelou que 57% dos leitores consideram conviver com a saudade a parte mais difícil do luto. Para 43% dos participantes, o maior desafio é aprender a seguir em frente após a perda. Os dados foram divulgados em meio às homenagens aos falecidos.
Em Campo Grande, nesta segunda-feira (2), os cemitérios públicos municipais abrem às 7h e fecham às 17h. A programação inclui a campanha Mês da Saudade 2026, que incentiva a doação de sangue em homenagem às pessoas que partiram, com o tema “Em memória de quem partiu, doe sangue para quem luta para viver”. Interessados podem procurar o Hemosul até o dia 30 de novembro.
Nas redes sociais, Evanilda Brito comentou: "Conviver com a saudade é o mais difícil, pois seguir em frente somos obrigados. A vida não para nem por um instante". A declaração ilustra o sentimento apontado pela maioria dos entrevistados.
Para oferecer suporte a quem perdeu um ente querido, a UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) criou o Grupo de Apoio ao Luto, ligado ao Nepal (Núcleo de Estudo, Pesquisa, Assistência, Extensão e Apoio a Perdas) do Humap-UFMS/Ebserh. As reuniões ocorrem todos os sábados, das 14h às 16h30, e são abertas ao público.
A data também é marcada pela visitação aos túmulos, forma de homenagear os falecidos, e pela campanha que une solidariedade e memória.






