O Fluminense conseguiu uma prorrogação no pagamento de R$ 1,35 milhão, referente a uma ação trabalhista, ao solicitar um prazo maior. O clube argumentou que suas finanças foram afetadas pela suspensão das apostas esportivas no Brasil, decisão que impactou também o seu patrocinador, a Superbet, que não pode operar no país após a medida provisória do governo federal.
Em resposta a uma solicitação de informação, o Fluminense não se manifestou. Assim que houver uma resposta, o texto será atualizado.
Essa ação judicial centraliza execuções trabalhistas em favor do Sindicato dos Empregados em Clubes, Federações e Confederações Esportivas e Atletas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro. De acordo com uma decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT-1), o clube deverá quitar a parcela de setembro até o dia 30 de outubro, além do pagamento referente ao mês atual, que totaliza R$ 1,5 milhão.
No pedido apresentado ao TRT-1, o Fluminense destacou que a medida provisória gerou um impacto financeiro significativo, dificultando o cumprimento de suas obrigações, incluindo o pagamento da parcela que estava agendada para 30 de setembro. O contrato com a Superbet, que é de R$ 53 milhões anuais, foi mencionado no contexto.
Não foi informado pelo clube se o contrato com a Superbet foi suspenso. Entretanto, apurou-se que, após a publicação da medida provisória, a empresa notificou tanto o Fluminense quanto o São Paulo sobre a possibilidade de rescisão caso não houvesse alterações no texto. Ambas as equipes realizaram adaptações com outra marca do mesmo grupo, a Superscore, que atua com estatísticas.
O texto da ação também menciona que a medida provisória pode ter seus efeitos suspensos. O Fluminense está buscando alternativas para aumentar suas receitas e enfrentar a crise financeira gerada pela suspensão das apostas.






