O Ministério do Trabalho de Mato Grosso do Sul (MPT-MS) ajuizou uma ação civil pública contra nove advogados e um escritório de advocacia de Minas Gerais, após investigação sobre práticas de litigância abusiva e fraude processual. A acusação é de que o grupo teria estruturado e executado um esquema em milhares de ações trabalhistas distribuídas por todo o país contra grandes empresas do setor varejista.
O MPT-MS busca a condenação dos advogados e o pagamento de indenização por danos morais coletivos no valor mínimo de R$ 15,2 milhões, além de outras obrigações a serem cumpridas. A ação tramita na 2ª Vara do Trabalho de Campo Grande.
Em outra esfera, a Embrapa Gado de Corte, localizada em Campo Grande, terá uma nova chefia a partir de 1º de janeiro de 2026. A pesquisadora Mariana de Aragão Pereira, zootecnista de Campinas (SP) com doutorado em Agricultural Management pela Universidade de Lincoln, Nova Zelândia, assumirá o comando. Mariana ingressou na Embrapa em 2001 e foi selecionada para um mandato de dois anos, renovável por igual período.
Na política, o deputado Coronel David, secretário-geral do PL, deverá desempenhar um papel importante na aproximação do ex-governador Azambuja com aqueles considerados mais “reticentes”. Azambuja, que deixou o comando do PSDB, assumiu a liderança da sigla liberal e busca fortalecer alianças para as eleições de 2026.
Adicionalmente, o Tribunal de Justiça tem observado um aumento no número de ações de indenização por danos morais decorrentes de cobranças indevidas de valores considerados irrisórios. Um advogado do interior de MS, por exemplo, ingressou com uma ação pedindo R$ 15 mil por danos morais em razão da cobrança indevida de tarifas mensais que somavam R$ 4,58. O TJMS tem entendimento consolidado de que valores irrisórios não configuram abalo capaz de gerar indenização, visando evitar a banalização da medida judicial.





