Greve dos servidores dos hospitais universitários em Campo Grande e Dourados é reconhecida pela

A Justiça reconheceu a greve dos servidores dos hospitais universitários de Campo Grande e Dourados, permitindo a continuidade da paralisação em regime de escala. A greve foi iniciada após reivindicações por ajustes salariais, que não ocorrem desde 2024.

O presidente do Sindserh-MS, Wesley Cássio, afirmou que a greve foi considerada legal, mas uma decisão liminar determinou que um número mínimo de profissionais deve continuar trabalhando para garantir os serviços essenciais. Os trabalhadores estão ajustando as escalas de trabalho para atender à determinação judicial.

Wesley Cássio também destacou que os funcionários não receberam propostas financeiras da Ebserh, que ficaram restritas à secretaria em Brasília. Ele denunciou a falta de ajustes salariais e a ausência de propostas, afirmando que apenas a diretoria da Ebserh em Brasília foi beneficiada por contrapartidas financeiras.

O Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian informou que a HU Brasil continua em negociação com as entidades representativas para a celebração do Acordo Coletivo de Trabalho 2026/2027. As tratativas estão sendo mediadas pelo Tribunal Superior do Trabalho, com uma nova reunião agendada para esta segunda-feira (30).

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