Os influenciadores Rafael e Eduardo Razuk foram detidos pela Polícia Civil na terça-feira (18), durante a Operação Rodas da Sorte, que investiga um esquema de lavagem de dinheiro e rifas ilegais de veículos de luxo. Os irmãos são acusados de movimentar mais de R$ 100 milhões em um período de seis meses. A operação resultou na apreensão de 22 carros de alto padrão e na prisão de quatro pessoas, além do cumprimento de 13 mandados de busca e apreensão em estados como Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro e Paraíba.
Apesar das acusações, muitos seguidores dos irmãos expressaram seu apoio nas redes sociais. A Família Backstage, em um vídeo postado, mostrou a garagem vazia após a ação policial e declarou solidariedade aos influenciadores: “Referência para muitos!! Família Backstage está junto com vocês!! Vocês são feras demais”. Comentários de fãs questionaram a legitimidade da operação e defenderam a trajetória profissional dos irmãos, afirmando que seu patrimônio foi conquistado honestamente ao longo dos anos.
Um dos internautas destacou que o patrimônio de Rafael e Eduardo seria fruto de trabalho árduo e que eles nunca esconderam como chegaram à posição atual. Outro comentário ressaltou a comparação do irmão Eduardo com um “Robin Hood”, elogiando os sorteios de carros promovidos por ele e mencionando que seus seguidores deveriam ser beneficiados, mesmo que houvesse alguma irregularidade na operação. “Vai dar tudo certo, Dudu! Se você fez alguma coisa, fez pensando na possibilidade dos seus fãs ganharem Porsche por 99 centavinhos! É nosso Robin Hood”, publicou um fã.
A apreensão dos veículos e a prisão dos irmãos também foram interpretadas por alguns fãs como um ato de “inveja”. Muitos acreditam que os influenciadores retornarão às redes sociais em breve, afirmando que a perseguição não irá impedi-los de continuar seu trabalho. “A inveja é foda, não vai ser dessa vez, já já os guri tá de volta com força total e maiores do que nunca!”, comentou um seguidor.
Os irmãos são investigados por lavagem de dinheiro e associação criminosa, com a Polícia Civil apurando se empresas de outros estados foram utilizadas para criar uma fachada de legalidade para os sorteios. Além disso, a investigação também busca possíveis conexões entre o esquema e atividades de facções criminosas, sendo essa parte do inquérito ainda em andamento. Com a operação, a Polícia Civil espera desarticular um esquema que, segundo as investigações, se aproveitava da popularidade dos irmãos para enganar o público e movimentar grandes quantias de dinheiro de forma ilícita.





