Lula e o Congresso: Um Jogo de Ações e Contra-Ações

O presidente Lula está embarcado em uma complexa estratégia política para manter o controle do governo e garantir a sua reeleição em 2026. Contrariando boa parte do PT, Lula não exigirá que partidos do centro desocupem cargos na administração federal, mesmo que lancem candidatos ao Planalto. Isso inclui o PSD de Gilberto Kassab, que ocupa ministérios importantes como Agricultura, Minas e Energia e Pesca.

Lula entende que nomes com projeção eleitoral sairão naturalmente e que ações midiáticas são travadas pela legislação em ano eleitoral. Além disso, o presidente está de olho no apoio de governadores e parlamentares dos partidos. O PP e União Brasil também devem manter as boquinhas, com mais de 140 cargos de confiança em ministérios e estatais.

No estado de São Paulo, o secretário de Segurança, Osvaldo Nico, confirmou a exoneração de 14 pessoas da pasta ligadas ao antecessor, Guilherme Derrite. O novo número 2 da pasta, coronel Henguel Pereira, indicado diretamente por Tarcísio de Freitas, tomou posse e ganhou carta-branca para fazer o expurgo. As demissões fazem parte de um processo de desgaste entre Tarcísio e Derrite, que antecipou sua saída e reassumiu mandato de deputado.

Na Câmara, a discussão sobre a limitação de apostas para beneficiários de programas sociais continua. O governo mantém uma relação bipolar com a aposta, impondo restrições para proteger a sociedade, mas também fazendo gestões para evitar que essas vedações atinjam as loterias federais da Caixa.

Na área econômica, o professor e escritor David Gertner garante que a taxa real de desocupação não é os 5,1% anunciados pelo governo, mas sim alarmantes 16,6%. A discrepância é pela exclusão sistemática de milhões de pessoas que sem emprego, não são consideradas desempregadas.

Em outras notícias, o ex-presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, está se encontrando com Lula para discutir a viabilidade de sua candidatura ao governo de Minas Gerais. Pacheco já acertou a mudança de partido e afasta ainda mais o União Brasil de apoio ao candidato Flávio Bolsonaro.

A Rainha de Bateria da Viradouro, Juliana Paes, está de volta ao Carnaval, após 17 anos. Ela confessou em entrevista que gostaria de fazer terapia de casal, apesar de estar junto com o marido há 20 anos.

Finalmente, a família Diniz, dona da maior participação no capital do Grupo Pão de Açúcar, está tentando angariar o apoio de Silvio Tini, um dos maiores investidores ativistas do mercado de capitais brasileiros, para a assembleia de acionistas convocada para o dia 27 de março.

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