A cultura de mamona volta a ganhar espaço no campo brasileiro, impulsionada pela combinação entre demanda industrial crescente e avanços tecnológicos. A safra nacional deve alcançar novos patamares até 2026, refletindo o interesse de diferentes elos da cadeia produtiva.
O desenvolvimento da ricinoquímica ampliou o uso do óleo em segmentos industriais, enquanto a produção de biocombustíveis reforça a relevância econômica da cultura.
A mamona se consolida como alternativa rentável e alinhada à sustentabilidade. Ela atraído produtores que buscam diversificação e maior estabilidade de renda, além de contribuir para práticas agrícolas mais equilibradas.
A planta possui sistema radicular profundo, capaz de melhorar a estrutura do solo, favorecer a infiltração de água e ampliar o aproveitamento de nutrientes. Essas características tornam a mamona adequada para rotação de culturas e práticas de agricultura regenerativa.






