O Anuário Estadual de Mudanças Climáticas, divulgado na terceira semana de março, destacou que Mato Grosso do Sul é o primeiro estado a atender todos os quesitos acordados para a implementação da governança climática. O documento apresenta dados sobre as atividades econômicas, os impactos ambientais, como as emissões de gases de efeito estufa, e as políticas em desenvolvimento para mitigar as mudanças climáticas.
Mato Grosso do Sul agora faz parte do grupo de oito estados que possuem os melhores índices de destinação correta dos resíduos sólidos urbanos. O percentual de destinação correta dos resíduos em 2015 era de 44%, e em 2024 chegou a 85%. O estado também implantou todas as etapas de gestão do Cadastro Ambiental Rural e disponibilizou recursos humanos para operacionalizar o Programa de Regularização Ambiental.
Recentemente, foi elaborada e implantada a Política Estadual de Mudanças Climáticas, além da criação do Fórum Estadual de Mudanças Climáticas, que promoveu dois encontros em 2024 para discutir soluções para os problemas climáticos. Em parceria com o Ministério do Meio Ambiente e o Governo de Mato Grosso, foi implementado o Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento e das Queimadas no Pantanal.
No aspecto socioeconômico, o estado se destaca por estar entre os menos desiguais em relação à distribuição de renda, conforme o Índice Gini. Mato Grosso do Sul apresentou um crescimento do PIB de 13,4% em 2023, o segundo maior do país. Em relação às emissões de gases do efeito estufa, houve uma redução significativa, com 1,49 bilhões de toneladas de dióxido de carbono equivalente em 2024, comparado a 1,92 bilhões em 2023 e 2,08 bilhões em 2022. A agropecuária permanece como uma das atividades com maiores emissões.






