Um enxame de abelhas instalado em um poste na Rua Pedro Celestino, no Bairro São Francisco, em Campo Grande, tem gerado preocupação entre moradores e profissionais que atuam na região. A advogada Ana Eloiza Cardoso, de 45 anos, foi atacada pelos insetos há aproximadamente duas semanas, o que a levou a buscar informações sobre a responsabilidade pela retirada do enxame, que se localiza em frente ao seu escritório.
Ana relatou que o ataque ocorreu logo que chegou ao trabalho e descartou o restante de uma bebida no chão. "Eu cheguei no escritório há umas duas semanas e fui atacada. Eu estava com um suquinho, fui jogar um restinho no chão e elas me atacaram. Eu saí correndo. Pegou minha cabeça, dedo, braço e perna", explicou a advogada, enfatizando a gravidade do incidente.
Além de sua própria experiência, Ana expressou preocupação com os clientes que frequentam o escritório, que é especializado em atendimento previdenciário, atendendo principalmente idosos e crianças. "O que mais me preocupa é que o nosso escritório é previdenciário. Eu atendo idosos, atendo crianças, então são vulneráveis. Um idoso ou uma criança, mesmo não tendo alergia, pode acabar tendo um quadro agravado", afirmou.
Funcionários do escritório já tentaram contatar tanto o Corpo de Bombeiros quanto a Energisa para relatar a presença do enxame, mas ainda não obtiveram uma solução. O Campo Grande News entrou em contato com ambos os órgãos para esclarecer a quem cabe o atendimento e a retirada de enxames em postes, além de identificar qual órgão deve ser acionado neste caso específico.
Em resposta, a Energisa informou que, em situações de formação de enxame ou colmeia de abelhas nos postes da rede elétrica, a orientação é que o cidadão acione inicialmente o Corpo de Bombeiros, que é o órgão capacitado para lidar com esse tipo de ocorrência. A concessionária também afirmou que está à disposição para prestar apoio técnico à operação, priorizando a segurança das equipes e da população.
O Corpo de Bombeiros foi contatado pela reportagem, mas ainda não havia enviado uma resposta até o fechamento desta matéria. O espaço permanece aberto para manifestações.





