Morto a 77 anos, professor defendia pureza vernacular

O professor Severino Ramos de Queiroz morreu aos 77 anos em Campo Grande, em 9 de março de 1960. Nascido em São João do Cariri, na Paraíba, em 12 de março de 1889, ele veio jovem para Mato Grosso, onde ingressou na Força Pública e no magistério.

Em Campo Grande, foi professor de Português e Literatura no Colégio Dom Bosco. Na Polícia Militar, reformou-se no posto de coronel. Exerceu ainda as funções de exator em Campo Grande. Colaborou na revista Folha da Serra e publicou várias obras.

Ele foi um defensor intransigente da pureza vernacular e criticava veementemente as incorreções gramaticais e galicismos. Há uma escola e uma rua em Campo Grande com seu nome.

Severino Ramos de Queiroz ocupou a cadeira n° 28 na Academia Matogrossense de Letras. A sua morte foi um marco na história da literatura sul-mato-grossense.

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