Dados do IBGE mostram que a taxa de informalidade em Mato Grosso do Sul diminuiu no último trimestre de 2025, alcançando 30,8% da população ocupada, o que representa uma queda em relação ao mesmo período de 2024. Isso assegurou ao Estado a 6ª menor taxa entre as unidades da federação, com cerca de 441 mil pessoas em situação informal entre outubro e dezembro.
A redução foi impulsionada pela diminuição de trabalhadores por conta própria sem registro, que somaram 208 mil, apresentando uma queda de 7,4% em comparação ao trimestre anterior e de 3,8% em relação ao ano anterior. Também houve uma retração significativa no número de empregados domésticos sem carteira assinada, que totalizaram 60 mil, com uma queda de 17,4% na comparação anual.
Apesar da diminuição da informalidade, Mato Grosso do Sul perdeu uma posição no ranking nacional, passando da 5ª para a 6ª colocação entre os estados com menor informalidade. O índice do Estado ainda está abaixo da média nacional de 37,6% nesse mesmo período.
Na capital Campo Grande, a taxa de informalidade foi de 29,1%, posicionando-a como a 7ª menor do país. Para calcular a informalidade, são considerados trabalhadores sem carteira assinada, domésticos sem registro, autônomos sem CNPJ, empregadores informais e trabalhadores familiares auxiliares.






