Escolher a infectologia foi, para mim, escolher estar sempre um passo à frente. É entender que o cuidado com o paciente não começa apenas no diagnóstico, mas, muitas vezes, na prevenção e nas decisões que evitam que o problema aconteça.
O cuidado em saúde é coletivo, e a integração é essencial. Ser infectologista é estar em constante atualização, estudar contínuo e ter um olhar atento para novas evidências e práticas.
Mas, acima de tudo, ser infectologista é ter compromisso com a vida. É atuar, muitas vezes, de forma silenciosa, nos bastidores, garantindo que o ambiente hospitalar seja mais seguro para todos.
Neste Dia do Infectologista, reforço o quanto essa especialidade é essencial. Não apenas nos momentos mais críticos, mas todos os dias, em cada detalhe que envolve o cuidado.
Porque, para mim, cuidar de vidas também é prevenir, orientar e proteger, mesmo quando isso não é visível.





