O advogado Bruno Ghizzi foi suspenso pela OAB-MS após ser preso em março de 2022, suspeito de envolvimento com o PCC. Ele era filho do defensor público afastado de suas funções e posteriormente preso.
Ghizzi obtinha informações privilegiadas que beneficiavam as ações em que atuava, incluindo dados sigilosos de empresas de telefonia celular e cadastros de pessoas físicas. Ele também fazia consultas ao banco de dados do Detran para o investigado.
A operação Courrier cumpriu 38 mandados judiciais e mira o núcleo 'Sintonia dos Gravatas', célula em que advogados usam de suas funções para transmitir recados aos faccionados presos.
O grupo criminoso estaria articulando atentados contra a vida de agentes públicos, incluindo um promotor e um juiz de Direito de Campo Grande. Outros órgãos também atuaram na operação.






