PM afasta capitão suspeito de invadir casa e agredir corretora em Várzea Grande

O capitão da Polícia Militar Hugo Rafael Carvalho Nascimento, de 39 anos, foi afastado das funções nessa terça-feira (6), após ser denunciado por invadir a casa e agredir uma corretora de imóveis Bárbara Neves Costa, de 27 anos, no bairro Costa Verde, em Várzea Grande, no último sábado (3).

O capitão da Polícia Militar Hugo Rafael Carvalho Nascimento foi afastado após ser denunciado pela corretora de imóveis Bárbara Neves Costa. - Foto: Reprodução
O capitão da Polícia Militar Hugo Rafael Carvalho Nascimento foi afastado após ser denunciado pela corretora de imóveis Bárbara Neves Costa. – Foto: Reprodução

O caso é investigado pela Polícia Civil como extorsão, lesão corporal e ameaça. De acordo com o boletim de ocorrência, o militar teria invadido a casa de Bárbara, feito ameaças e cometido agressões físicas. A corretora seria a responsável por intermediar um aluguel para o suspeito e as agressões teriam ocorrido após um desentendimento entre eles. Câmeras de segurança registram o momento em que supostamente o PM entra na casa de Bárbara.

Hugo Rafael negou as agressões e informou que registrou um boletim de ocorrência contra Bárbara e o marido dela. Segundo o PM, o casal é suspeito de aplicar golpes em aluguel de imóveis e existem outros registros contra eles envolvendo golpes semelhantes.

O caso foi encaminhado para a 2ª Delegacia de Polícia do bairro Cristo Rei, em Várzea Grande, que segue com a investigação.

Bárbara solicitou escolta policial para buscar pertences pessoais e passou a noite na casa de um parente, já que, segundo ela, Hugo Rafael teria dito que voltaria ao local. Durante o acompanhamento, os policiais encontraram a casa revirada. A corretora relatou ainda o furto de uma televisão de 55 polegadas.

A Polícia Civil também expediu uma requisição para exame de corpo de delito, a ser realizado no Instituto Médico Legal (IML).

Em nota, a Polícia Militar de Mato Grosso informou que o capitão foi afastado das atividades ostensivas e que foi instaurado um procedimento administrativo para apurar os fatos.

A PM destacou ainda que não coaduna com violência nem com qualquer tipo de crime cometido por seus integrantes.

O Primeira Página tenta localizar a defesa do PM.

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