PM aposentado é preso após ameaçar esposa durante discussão em Cuiabá

Um coronel da reserva da Polícia Militar foi preso na madrugada deste sábado (10), suspeito de ameaçar e praticar violência psicológica contra a esposa de 48 anos após saírem de uma casa noturna em Cuiabá. Ele foi identificado como Helder Taborelli Sempio, de 57 anos.

O caso foi registrado no bairro Jardim Mariana e atendido por equipes da Polícia Militar. O Primeira Página tenta contato com o coronel e a Polícia Militar, mas não teve retorno até a última atualização desta reportagem.

Helder Taborelli Sempio, de 57 anos foi preso após ameaçar esposa - Foto: Redes sociais
Helder Taborelli Sempio, de 57 anos foi preso após ameaçar esposa – Foto: Redes sociais

De acordo com o boletim de ocorrência, a polícia foi acionada por volta das 2h30 após denúncia de uma discussão entre um casal em um veículo. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram duas mulheres que relataram terem sido vítimas de ameaças, injúrias e violência psicológica.

Ainda conforme o registro, uma das vítimas informou que o suspeito teria efetuado um disparo de arma de fogo para o alto durante a confusão. Durante a abordagem, os policiais localizaram um revólver calibre. 40 dentro do porta-malas do veículo do suspeito, além de seis munições intactas. A arma foi apreendida.

As vítimas relataram que, além das ameaças verbais e ofensas, o homem utilizou intimidação psicológica, o que configurou crime de violência doméstica. A perícia inicial não encontrou indícios de agressão física grave no local, mas a Polícia Militar classificou a ocorrência como grave devido ao uso de arma de fogo e à ameaça à integridade das vítimas.

Coronel aposentado é preso após agredir e ameaçar esposa em Cuiabá - Foto: Redes Sociais
Coronel aposentado é preso após agredir e ameaçar esposa em Cuiabá – Foto: Redes Sociais

O coronel foi conduzido à Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEDM), onde o caso foi registrado. Ele deve responder pelos crimes de ameaça, injúria, disparo de arma de fogo e violência psicológica contra a mulher, conforme previsto na legislação vigente.

As vítimas foram orientadas quanto às medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha. O caso segue sob investigação da Polícia Civil.

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