O Brasil deve colher entre 66,2 milhões e 75,3 milhões de sacas de café em 2026, conforme estimativas da Conab. Essa produção coloca o país em uma das maiores safras da história, impulsionada por condições climáticas favoráveis e pela bienalidade positiva do café arábica.
Com o aumento da colheita, surgem desafios para manter a produtividade e qualidade da lavoura. Um dos principais problemas é a presença de plantas daninhas, que competem com o cafeeiro por recursos essenciais como água, luz e nutrientes. A infestação elevada pode impactar o rendimento desde as fases iniciais da lavoura.
Em um ano de safra cheia, qualquer falha no manejo pode comprometer o potencial produtivo. A combinação de práticas, incluindo o uso de cobertura vegetal, controle mecânico e aplicação de herbicidas, é uma estratégia comum para minimizar perdas e manter o equilíbrio das lavouras.
O controle de espécies resistentes, como capim-amargoso e buva, representa outro desafio significativo, elevando os custos de produção. A escolha correta de produtos e o momento da aplicação são cruciais para o sucesso do manejo e para garantir a qualidade da safra em um cenário de alta oferta.






