Proibição de drones é estabelecida em torno da residência de Jair Bolsonaro em prisão domiciliar

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes proibiu o sobrevoo de drones em um raio de 100 metros da residência do ex-presidente Jair Bolsonaro, onde ele cumpre prisão domiciliar. O despacho foi publicado no sábado (28), após a alta de Bolsonaro do Hospital DF Star, onde esteve internado para tratamento de pneumonia bacteriana bilateral.

A Polícia Militar do Distrito Federal já havia atuado na sexta-feira (27) para coibir o uso irregular de drones nas proximidades do imóvel. A ação foi motivada pela identificação de equipamentos não autorizados sobrevoando a casa, o que representa um risco à segurança e uma violação do espaço aéreo, conforme informações da corporação.

Para garantir a segurança do local, Moraes determinou que, em caso de desrespeito à medida, a Polícia Militar deve abater e apreender os drones, além de efetuar a prisão em flagrante dos operadores. O ex-presidente, que estava internado, recebeu a prisão domiciliar humanitária devido a problemas de saúde e deverá ser monitorado por tornozeleira eletrônica.

Alexandre de Moraes concedeu inicialmente um período de 90 dias para a prisão domiciliar de Bolsonaro, que poderá ser reanalisada após esse prazo. O ex-presidente cumpre pena de 27 anos e três meses na ação penal relacionada à trama golpista e, antes da internação, estava no 19° Batalhão da Polícia Militar, no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.

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