
O protesto dos profissionais de enfermagem da Santa Casa de Campo Grande virou caso de polícia. Pelo menos quatro viaturas da Polícia Militar (PM) estão em frente ao saguão do hospital na tarde desta terça-feira (23).
Enquanto o clima é de tensão do lado de fora, a presidente do hospital, Alir Terra Lima, se reúne com os representantes do Siems (Sindicato dos Trabalhadores na Área de Enfermagem de Mato Grosso do Sul).
Desde esta segunda-feira (22), os funcionários do hospital protestam devido ao atraso no pagamento do 13º salário. A categoria rejeitou a proposta apresentada pela Santa Casa, que previa o pagamento do benefício integral de forma parcelada em três vezes.
Diante do impasse, o sindicato ingressou com uma ação coletiva na Justiça do Trabalho, que determinou que o hospital efetue o pagamento imediato do 13º salário, em valor integral, até o dia 24. Em caso de descumprimento, foi fixada multa diária de R$ 1.000.
O movimento envolve não apenas profissionais de enfermagem, mas também trabalhadores das áreas administrativa e médica. Cerca de 50% dos profissionais aderiram ao movimento, enquanto a outra metade continua atuando para garantir o funcionamento mínimo da unidade hospitalar.






