Ruas alagadas em comunidade do Noroeste afetam moradores

As ruas Mario Silveira Leite, Irene Gutierres e Benedicto Mercado Pedroza são as principais vias de acesso à comunidade Aguadinha. Há seis anos, moradores enfrentam problemas recorrentes. Em dias de chuva, quem vive ou precisa circular pela região sofre com a falta de infraestrutura.

A situação é tão precária que afeta o trabalho e a frequência escolar de quem mora na comunidade. Tatiana Pereira, ajudante de obras e moradora da região, relata que perdeu um dia de trabalho após ter três corridas por aplicativo recusadas. Em dias mais críticos, até os ônibus enfrentam dificuldades para circular.

Ela reconhece que o asfaltamento pode não ser viável neste momento, mas cobra manutenções mais frequentes para garantir condições dignas aos moradores. O missionário Josias Coutinho concorda e afirma que as condições das ruas também têm prejudicado a frequência dos fiéis nos cultos.

A reportagem acionou a Prefeitura de Campo Grande e questionou quais medidas podem ser adotadas para melhorar as condições dos moradores na região.

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